
Após ser preso na noite dessa quinta-feira (7/5), o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza perdeu o benefício de livramento condicional e regrediu ao regime semiaberto. O ex-jogador do Flamengo estava foragido há mais de dois meses por descumprimento de medidas cautelares e foi detido na Região dos Lagos (RJ). Veja o momento da prisão:
Segundo a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ), o goleiro Bruno foi localizado e preso após a troca de informações entre policiais do 25º BPM (Cabo Frio) e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), executada pelo setor de inteligência de ambas as corporação.
A diligência interestadual entre as unidades levaram militares do 25º BPM para uma rua de São Pedro d’ Aldeia, onde o goleiro Bruno foi encontrado.
“No local, o acusado, foragido da Justiça, foi localizado e conduzido à 125ª DP para cumprimento de mandado de prisão. Durante a ação, o acusado não apresentou resistência e colaborou com as equipes”, disse a PMERJ, em nota.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) Bruno foi considerado foragido por se ausentar do Rio sem autorização do Juízo da Execução Penal, que, na ocasião, viajou com o time do Vasco do Acre para disputar a 1ªa fase da Copa do Brasil.
A Corte acrescentou que, com o descumprimento desta medida, o goleiro Bruno perdeu o benefício de livramento condicional e vai voltar para a prisão, no regime semiaberto, com uma pena de 16 anos.
Determinação da Justiça e condenação do goleiro
Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras da liberdade condicional. Ele saiu do Rio sem ter autorização da Justiça.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) argumentou, ainda, que Bruno deixou de atualizar o endereço por 3 anos; não respeitou horários de recolhimento; frequentou locais proibidos, como um jogo do Flamengo, ex-clube dele, no Maracanã, em fevereiro; e fez outras viagens sem autorização judicial.
O goleiro foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver da modelo Eliza Samudio, em 2013. Em 2019, ele teve progressão para o regime semiaberto e, em janeiro de 2023, conseguiu a liberdade condicional.
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