NO PL É POUCO MAR, PARA MUITOS TUBARÕES - ALGUÉM MORRERÁ NA PRAIA

 


Por Damião Miguel

A disputa interna no PL pelas três cadeiras consideradas alcançáveis na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promete ser uma das mais acirradas dos últimos tempos. Os atuais distritais João Cardoso, Roosevelt Vilela e Joaquim Roriz Neto já sentem a pressão e sabem que enfrentarão uma verdadeira "pedreira" para renovar seus mandatos. A concorrência interna é qualificada e a janela de manutenção de privilégios parece estreita diante do apetite dos novos e antigos nomes que buscam um espaço no legislativo local.

Nos bastidores, o clima esquentou com a movimentação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que deve liderar uma força-tarefa política para viabilizar a eleição de seu irmão, Eduardo Torres. Além dele, figuras de peso como a ex- distrital Julia Lucy e o empresário André Kubitschek (foto) correm por fora, mas com fôlego suficiente para ameaçar as posições consolidadas. A entrada desses nomes no tabuleiro eleva o sarrafo da votação necessária para garantir a legenda, transformando o partido em um verdadeiro "grupo da morte ".

Para completar o cenário de incertezas, os corredores do poder fervem com a dúvida sobre o destino de Thiago Manzoni, especialmente sobre qual cargo disputará para otimizar os votos da sigla. A análise de cenários é constante, mas a avaliação geral é implacável: a conta não fecha para todos. A expectativa é que, com a abertura das urnas em outubro, pelo menos um dos atuais parlamentares do PL acabe amargando a suplência, vítima do fogo cruzado e da renovação impulsionada pelas forças internas.

Mas tem gente apostando que a renovação será um pouco maior na legenda do ex- presidente Jair Bolsonaro.

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