A partir da próxima segunda-feira (30), o cenário sucessório no Distrito Federal ganhará contornos definitivos com a ascensão oficial de Celina Leão ao comando do Palácio do Buriti. A solenidade na Câmara Legislativa marca não apenas uma troca formal de guarda, mas o início real das articulações e o posicionamento das peças no tabuleiro eleitoral. Com a caneta na mão e a visibilidade do cargo, Celina pretende assumir o protagonismo necessário para ditar o ritmo das alianças, fazendo com que o jogo político saia dos bastidores e passe a ser desenhado de forma efetiva perante o eleitorado.
A disputa majoritária deve se consolidar em torno de três campos distintos que polarizam as intenções de voto e as ideologias na capital. De um lado, a esquerda se organiza sob a liderança de Leandro Grass, buscando consolidar o voto de oposição; do outro, a direita e o centro se dividem e se enfrentam através das figuras de Celina Leão, que conta com a força da máquina pública, e de José Roberto Arruda, que aposta em seu histórico político para retomar o poder. Esse tripartismo define as fronteiras de uma batalha que, a partir da posse da governadora, não aceitará mais neutralidade.
Redação

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