O cenário político do Distrito Federal atravessa um momento de "termômetro ligado". Tradicionalmente usadas para ajustes de rota, as pesquisas de consumo interno deixaram de ser meras ferramentas estratégicas para se tornarem o principal parâmetro das movimentações políticas com vistas ao futuro.
As três últimas sondagens realizadas em janeiro funcionaram como um verdadeiro balde de água fria — ou um café extraforte — para boa parte da classe política brasiliense. Os números têm tirado o sono de nomes consolidados, revelando desgastes precoces e uma sede de renovação por parte do eleitorado que muitos não previam.
No entanto, a política é feita de contrastes. Enquanto alguns recalculam a rota com urgência, há uma turma que anda sorrindo à toa. Para esse grupo, os dados de janeiro validam estratégias, mostram crescimento orgânico e indicam que o caminho trilhado até aqui tem ressonância nas ruas. Se para uns o clima é de insônia, para outros, o ano começou com o vento a favor.
A verdade é que tem muita reeleição correndo risco...

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