
Com o Teatro Nacional lotado, o Metrópoles Catwalk 2026 chegou ao fim nesta sexta-feira (10/4) com 30 desfiles e grandes nomes da moda em apresentações inéditas. Ao longo de cinco noites, o icônico espaço de Oscar Niemeyer se firmou como ponto de troca entre diferentes regiões, conectando a produção local a nomes de destaque nacional e reforçando o papel de Brasília como polo criativo do país.
Na noite de encerramento, marcas brasilienses consagradas dividiram espaço com criadores de projeção nacional que vieram ao Distrito Federal especialmente para o evento. Estreante no Metrópoles Catwalk, o ateliê Brunna Lettieri abriu a programação com uma coleção inédita.
Em seguida, a paulista Carmen Steffens, referência no mercado de luxo, deu continuidade aos desfiles. Depois, a brasiliense Sacramound subiu à passarela pela primeira vez no evento e encerrou o primeiro bloco.
A segunda etapa começou com a goiana Jacobina, que levou à passarela uma celebração das mulheres negras. Na sequência, a brasiliense Louback voltou ao evento pelo segundo ano consecutivo, com uma apresentação marcada pela criatividade.
Responsável por encerrar a edição, a Foxton, nome carioca de prestígio na moda masculina, fechou a edição deste ano em alta. Mais uma vez, o Metrópoles Catwalk evidenciou a força da capital federal como articuladora de conexões criativas.
O modelo e ator Jhona Burjack, natural de Brasília e conhecido nas passarelas internacionais e nas telas, foi um dos destaques do encerramento.
Ponto de encontro da criatividade
Para o público, a experiência foi além dos desfiles, apresentando a moda como expressão cultural diversa, provocativa e autêntica. João Paulo Eusébio, de 21 anos, acompanhou de perto a programação. Para o estudante de publicidade, o diferencial foi a capacidade de trazer um novo olhar sobre a arte produzida no Distrito Federal.
“Acho que o Metrópoles Catwalk ajuda a movimentar essa questão de trazer visibilidade para marcas brasilienses, que a gente não conhece, eu mesmo não conhecia muitas”, comentou. “Os desfiles trouxeram muitas coisas mais disruptivas. Então, trouxe um outro olhar da moda de Brasília, de fato.”
O foyer da Sala Villa-Lobos se tornou um dos pontos mais movimentados de Brasília, reunindo autoridades, artistas e amantes da arte.
Pelo evento passaram o diretor do Teatro Nacional, Adriano Rodrigues, e o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. Também estiveram presentes o deputado federal André Figueiredo (PDT-CE), Felipe Ramón, subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, e Mayara Noronha, ex-primeira-dama do Distrito Federal.
Fora das passarelas, o espaço pulsou cultura. Sob o mezanino da Sala, uma exposição com peças das 30 marcas foi renovada diariamente. Entre uma atração e outra, músicos da capital mantiveram a animação da plateia.
O saxofonista Jhordan, que se apresentou ao longo da programação, vê o evento como oportunidade para artistas locais. “Brasília tem inúmeros cenários únicos. Quando esses espaços ganham vida com arte, moda e música, deixam de ser paisagem e se tornam uma cidade viva. A iniciativa valoriza o artista, a cidade, amplia a visibilidade e fortalece esse posicionamento.”
Metrópoles Catwalk 2026
O Metrópoles consolidou-se como a casa da moda no Distrito Federal. Em 2026, a coluna da Ilca Maria Estevão completa nove anos no ar, cobrindo os principais assuntos do mercado internacional, nacional e local. Essa conexão profunda com o mundo fashion é materializada em eventos de grande escala.
Além do Metrópoles CatWalk, o portal organiza o festival Metrópoles Fashion & Design que chega em sua quarta edição em 2026. Ao unir informação de qualidade e fomento à produção autoral, o Metrópoles estabelece-se como o endereço oficial de quem pensa, produz e consome moda em Brasília.
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