Fachin convocou reunião dos ministros a portas fechadas para definiro desfecho do caso

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou há instantes a decisão do ministro Dias Toffoli de abandonar a relatoria do caso Banco Master, após o escândalo provocado pelas revelações de sua ligação ao principal investigado, banqueiro Dias Toffoli, incluindo a venda de sua paryticipação no resorte de luxo Tayayá, no Paraná.
A decisão ocorreu após reunião dos ministros do STF convocada pelo seu presidente, edson Fachin, que considerava inclusive a possibilidade de assumir o encargo de afastar Toffoli da relatoria do caso. Em nota, o STF informou que o ministro pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro relatar o caso, “considerados os altos interesses institucionais”.
Com a saída de Toffoli,uma das possibilidades é que a relatoria seja entregue ao ministro André Mendonça por “prevenção”, em razão da relação dos investigados em outro escândao, o do roubo a aposentados e pensionistas, por meio de mais de 252 mil contratos de empréstimos consignados não autorizados pelos segurados.
A nota diz ainda que “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição”, que reconhecem “a plena validade dos atos praticados pelo ministro Dias Toffoli” e que expressam “apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”.

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