Para o cenário eleitoral de 2026 no Distrito Federal, as lideranças de esquerda trabalham com uma "matemática política" otimista, apostando que o resultado para o Senado Federal repetirá o padrão de divisões ideológicas de pleitos anteriores, onde o DF elegeu um representante de cada campo.
A estratégia baseia-se na fragmentação da direita, que atualmente projeta diversas pré-candidaturas competitivas — como as de Ibaneis Rocha, Sebastião Coelho, Bia Kicis e Michelle Bolsonaro — o que, na visão progressista, tende a pulverizar os votos do eleitorado conservador.
Essa dispersão de forças no campo adversário acaba sustentando a narrativa de que a esquerda, ao caminhar com maior unidade, conseguirá garantir com segurança uma das duas vagas em disputa, capitalizando sobre a falta de consenso no bloco direitista.
Redação

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