Decisão leva em conta quadro cardíaco; ex-deputado segue com tornozeleira

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou que o ex-deputado federal Chiquinho Brazão deixe a prisão domiciliar para ir ao dentista e a uma consulta cardiológica.
O magistrado concedeu que o ex-parlamentar deixe a residência nesta quinta-feira (3) e na sexta-feira (4), durante o período “estritamente necessário, para que se submeta às consultas agendadas”.
Ainda conforme a decisão de Moraes, Brazão terá que cumprir medidas cautelares, entre elas:Uso de tornozeleira eletrônica;
- Proibição de acessar redes sociais;
- Proibição de ter contato com demais envolvidos no caso;
- Proibição de conceder entrevistas;
- Proibição de receber visitas, exceto de advogados e de familiares diretos, como irmãos, filhos e netos.
Acusado de ser um dos mandantes da morte da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, Brazão está preso desde março de 2024.
Em abril, Moraes, que é o relator do caso, autorizou a transferência do ex-deputado da Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) para prisão domiciliar.
O ministro considerou o estado de saúde do parlamentar ao destacar que Brazão é “portador de doença arterial coronariana crônica, com obstrução de duas artérias e implante de stents”.

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