ELEIÇÕES: SE NÃO FORTALECER A CAUDA, O QUE ERA 3 PODERÁ VIRAR 2

 


Por Damião Miguel

Depois de fechada a janela partidária pelo menos duas legendas vivem hoje um verdadeiro estado de terror com a situação de suas caudas eleitorais. O cenário é de um desequilíbrio perigoso: as siglas apresentam cabeças de chapa fortes, mas ostentam um corpo desidratado pela falta de apoio e de nomes expressivos na base. Há "tubarão" da política seriamente preocupado em virar "piaba", temendo o mar raso que se avizinha em outubro, onde a falta de densidade no quociente eleitoral pode ser fatal para as pretensões do grupo.

Apesar do alerta ligado, ainda resta tempo para que essas agremiações se movimentem e apliquem um choque de soluções estratégicas antes que seja tarde demais. Se o cenário de apatia persistir e não houver uma reestruturação urgente, o sonho de conquistar três cadeiras poderá ser reduzido a apenas duas. Sem uma base sólida para sustentar os votos, muitos favoritos correm o risco real de ficar pelo meio do caminho, assistindo à vitória de adversários mais organizados.


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